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August 16, 2021

Reconstruir melhor juntos é o tema do Dia Internacional das Cooperativas de 202

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No próximo dia 3 de julho, o Dia Internacional das Cooperativas (#CoopsDay) será comemorado sob o tema “Reconstruir melhor juntos” . Cooperativas em todo o mundo mostrarão como estão enfrentando a crise pandêmica da Covid-19 com solidariedade e resiliência, oferecendo às comunidades uma recuperação centrada nas pessoas e ambientalmente justa.

    “No último ano, testemunhamos como o modelo cooperativo tem trabalhado pelo bem-estar das pessoas e pelo respeito ao planeta, ressaltando o que o movimento cooperativo representa. De fato, reconstruiremos melhor juntos e estou confiante de que veremos muitas histórias de como o movimento cooperativo pode ajudar as comunidades a se fortalecerem no mundo pós-pandêmico”, declarou o diretor-geral da Aliança Cooperativa Internacional (ACI ), Bruno Roelants.

Nos campos da saúde, agricultura, produção, varejo, finanças, habitação, emprego, educação, serviços sociais e muitas outras esferas onde existem cooperativas, os mais de 1 bilhão de cooperados em todo o mundo continuam a provar que ninguém precisa enfrentar uma crise como a pandemia por conta própria. O Dia Internacional das Cooperativas (#CoopsDay) será a ocasião para divulgar como um modelo de negócios centrado no ser humano, sustentado pelos valores cooperativos de autoajuda e solidariedade e pelos valores éticos de responsabilidade social e preocupação com a comunidade, pode reduzir a desigualdade, criar prosperidade compartilhada e responder aos impactos imediatos da Covid-19.

A ACI apela aos cooperados e parceiros de todo o mundo para se prepararem para celebrar o #CoopsDay em 3 de julho e mostrar ao mundo como podemos reconstruir melhor juntos.

O pacote de ações 2021 #Coopsday, incluindo o logotipo, mensagens principais e outros recursos digitais, estará disponível em breve.
Sobre o Dia Internacional do Cooperativismo

Marcado por cooperativas de todo o mundo desde 1923 e proclamado oficialmente pela Assembleia Geral das Nações Unidas no centenário da ACI em 1995, o Dia Internacional das Cooperativas é comemorado anualmente no primeiro sábado de julho.

O objetivo do #CoopsDay é aumentar a conscientização das cooperativas e promover as ideias do movimento de solidariedade internacional, eficiência econômica, igualdade e paz mundial. Desde 1995, a ACI e as Nações Unidas, por meio do Comitê para a Promoção e Avanço das Cooperativas (Copac), definiram em conjunto o tema da celebração do #CoopsDay.

A celebração deste ano será o 27º Dia Internacional das Cooperativas reconhecido pelas Nações Unidas e o 99º Dia Internacional das Cooperativas.

Por meio do #CoopsDay, formuladores de políticas locais, nacionais e globais, organizações da sociedade civil e o público em geral podem aprender sobre a contribuição das cooperativas para um futuro justo para todos.

 

fonte: https://www.cooperativismodecredito.coop.br/2021/04/reconstruir-melhor-juntos-e-o-tema-do-dia-internacional-das-cooperativas-de-2021/

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June 14, 2021

Planejamento Financeiro Pessoal e as Mudanças Em Seus Hábitos

Planejamento financeiro pessoal eficiente e seus objetivos

O planejamento financeiro pessoal é fundamental para que você possa direcionar valores para uma poupança, ao passo que cria novos hábitos que podem ser de grande valia para  seus planejamentos pessoais ao longo prazo.

Primeiramente, é importante que tenha clareza sobre a sua situação financeira atual. Para isso, você deve realizar uma espécie de mapeamento de sua situação para que você possa elaborar um planejamento financeiro eficiente.

Separe seus custos fixos de seus custos variáveis

Sendo assim, separe seus custos fixos de seus custos variáveis para que você tenha uma real noção dos valores que você realmente ganha e dos valores que você realmente gasta. Isso porque muitos gastos são feitos dentro da rotina e não são considerados.

Seus custos fixos são referentes à sua sobrevivência, como os custos de fornecimento de água, energia elétrica, internet, telefone dentre outros. Por outro lado, de forma sucinta, todos os demais custos são seus custos variáveis.

Analise possíveis ações que podem ser tomadas através do seu mapeamento

Posteriormente a esse primeiro contato com a sua situação financeira, você deve verificar possíveis ações. Por isso, o controle deve ser feito dentro da sua rotina.

As possíveis ações podem ser várias de acordo com a sua situação financeira atual, renda e objetividade. Por isso, você pode realizar pequenas trocas que economizem valores, mudar seus hábitos de consumo e direcionar valores para uma poupança de forma simultânea.

Trocas simples que economizam em longo prazo

Essas trocas têm várias opções variadas de acordo com estilo de vida de cada pessoa. Porém, você pode mudar coisas simples. Por exemplo, trocar um cartão de crédito tarifado por um cartão de crédito sem anuidade.

Bem como, pode realizar a mesma lógica com a sua conta bancária. Assim, direcionando esses valores economizados para uma conta poupança. Já que podem ser valores expressivos, se você considerar um determinado período de tempo, como 12 meses, por exemplo.

Questione seus hábitos de consumo e elimine seus excessos

Além disso, você pode questionar seus hábitos de consumo para evitar comprar por impulso, ou até mesmo, vender seus excessos pela internet. Caso você tenha muitos produtos em bom estado que realmente não esteja utilizando.
Mudanças importantes em seus hábitos que podem direcionar sua vida financeira

São mudanças importantes em seus hábitos que podem direcionar sua vida financeira. Além disso, a poupança deve ser um hábito. Dessa forma, você pode ajustar sua situação financeira organicamente e amparar seus planejamentos em  longo prazo.

 

fonte: https://noticiasconcursos.com.br/planejamento-financeiro-pessoal-e-as-mudancas-em-seus-habitos

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May 31, 2021

BC: cooperativas de crédito crescem 134% em 5 anos e ocupam lugar de destaque

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O BC (Banco Central) afirmou nesta 5ª feira (27.mai.2021) que as cooperativas de crédito têm crescido mais que as demais instituições financeiras, como os bancos, o que deve garantir um “lugar de destaque” ao cooperativismo no SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Segundo estudo do BC, a carteira de crédito das cooperativas teve um aumento acumulado de 134,6% entre 2016 e 2020 e passou a responder por 5,1% da carteira de crédito do SFN. Além disso, o BC afirmou que ainda há espaço para crescimento do crédito no setor. Eis a íntegra do estudo.

“Embora o cooperativismo ainda constitua uma parcela relativamente pequena do SFN, cujos ativos se concentram num pequeno número de instituições bancárias, o crescimento contínuo do SNCC (Sistema Nacional de Cooperativismo de Crédito) sugere que, no futuro, as cooperativas poderão ocupar lugar de destaque, a exemplo de outros países como França, Canadá e Portugal”, afirma o BC.
Alta de 134%

Segundo o BC, a carteira de crédito do sistema nacional de cooperativismo atingiu R$228,7 bilhões, ou 5,1% do Sistema Financeiro Nacional, em dezembro de 2020. Cinco anos atrás, este valor era de R$ 95 bilhões, ou 2,74% do SFN. Agora, a perspectiva das cooperativas é que esse crescimento se mantenha até 2023, “embora em um patamar menos elevado do que o projetado para 2020”.

 

Cooperativas de crédito

Carteira de crédito tem alta acumulada de 134% em 5 anos. Em R$ bi

O ativo total ajustado do sistema de cooperativismo também cresceu nesse período, passando de R$174,3 bilhões em dezembro de 2016 para R$371,8 bilhões em dezembro de 2020.

No fim de 2020, eram 847 cooperativas singulares de crédito operando no Brasil, das quais 222 são independentes e 625 são filiadas a cooperativas centrais, como Sicredi e Sicoob.

Segundo o BC, o sistema de cooperativismo tinha 11,9 milhões de associados – 9,4% mais que em 2019 e 42,1% mais que em 2016. O estudo cita ainda um aumento do crédito oferecido pelas cooperativas a pessoas jurídicas nesse período.
Análise

O BC apontou 4 motivos principais para o crescimento do sistema de cooperativismo no Brasil:

    Relacionamento mais próximo com o cliente, o que facilita o acesso ao crédito;
    Proximidade do setor agropecuário, já que muitas cooperativas ficam no interior do país e em áreas rurais;
    Aprimoramento do arcabouço regulatório;
    Inserção digital.

“A análise indica que ainda há espaço para crescimento do crédito no setor – seja ampliando a fatia relativa ao crédito tomado entre seus associados no SFN, seja mantendo a expansão geograficamente”, afirma o BC.

 

 

fonte: https://www.poder360.com.br/economia/bc-cooperativas-de-credito-crescem-134-em-5-anos-e-ocupam-lugar-de-destaque/

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May 26, 2021

Open Banking: especialista explica seis coisas que você precisa saber

Open Banking: especialista explica seis coisas que você precisa saber sobre o novo movimento do Banco Central

 

Iniciativa permitirá que clientes e cooperados de produtos e serviços financeiros liberem o compartilhamento de suas informações entre instituições.

Em um universo tecnológico, as atualizações acontecem todos os dias e, às vezes, pode ser difícil acompanhar. Porém, é importante estar atento a mudanças e novidades que vão fazer diferença no nosso dia a dia. Uma delas é o Open Banking, uma iniciativa do Banco Central que irá possibilitar o compartilhamento de informações sobre produtos e histórico financeiro das pessoas entre as principais instituições reguladas pelo órgão, tudo de forma segura, para que apenas quando o dono da informação desejar, possa solicitar essa troca com finalidade e períodos específicos.

“Seguindo a agenda BC# do Banco Central do Brasil, que tem entre seus objetivos aumentar a inclusão e a competitividade do Sistema Financeiro Nacional, o Pix chegou como um primeiro passo, seguido do Open Banking. Ele permitirá que clientes de produtos e serviços financeiros liberem o compartilhamento de suas informações entre instituições autorizadas pelo Banco Central, como as Cooperativas do Sistema Ailos, por exemplo, por meio de diferentes plataformas”, explica Rodrigo Cavalcanti de Albuquerque, coordenador de Open Banking da Central Ailos.
Para desmistificar um pouco esse movimento que chega ao mercado, o especialista separou seis coisas que você precisa saber sobre Open Banking:

1) Você é dono dos seus dados
É importante deixar claro que o cooperado ou cliente é o dono dos seus próprios dados. Isso significa que apenas ele pode escolher com quem, como e quando compartilhá-los. Com o Open Banking, as instituições permitem o acesso aos dados de acordo com a escolha da pessoa, mantendo sigilo de informações e os dados pessoais em total segurança. A iniciativa simplesmente irá facilitar o processo de compartilhamento quando o cliente assim desejar. Ou seja, quando um cliente ou cooperado quiser um limite melhor para o cartão de crédito, por exemplo, pode conseguir trazendo o histórico de pagamentos da instituição onde já mantinha uma conta.

2) Será possível ter diferentes propostas de crédito que se adequem ao seu perfil
Com a abertura de dados pelo Open Banking, será possível escolher serviços de instituições diferentes. Os bancos e cooperativas participantes poderão, com o consentimento do cooperado ou cliente, compartilhar informações para uma proposta de crédito mais aderente. Além disso, os serviços e produtos poderão ter características novas e diferenciadas para, dessa forma, proporcionar mais personalização e conveniência.

3) O Open Banking acontece em quatro fases
O Open Banking incentivará a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio que irão oferecer uma experiência fácil, ágil, segura e conveniente. O processo está dividido em quatro fases, sendo que todas são obrigatórias somente para as instituições classificadas como S1 e S2. As Cooperativas do Sistema Ailos, por exemplo, têm obrigatoriedade de participar somente da fase 3. Para conferir como e quando acontece cada uma das fases, acesse o site do Banco Central clicando aqui.

4) Os benefícios para o usuário são inúmeros
Com o Open Banking, o cliente ou cooperado tem autonomia e segurança, sabendo exatamente quem tem acesso aos seus dados financeiros, além de liberdade financeira para contratar serviços e produtos de qualquer instituição de forma menos burocrática. Com isso, o mercado deve evoluir, pois com maior concorrência, há oportunidade de desenvolvimento de produtos e serviços e melhores taxas, assim como melhorias na experiência. O Open Banking pretende reduzir as barreiras de entrada e acesso a novos serviços e produtos, não apenas olhando para empréstimo. Ou seja, você poderá escolher os serviços e produtos que deseja, seja de cooperativas, bancos ou fintechs, usando o histórico e os dados cadastrados na instituição que já possui conta.

5) Seus dados serão protegidos por lei
As instituições participantes devem oferecer, de maneira clara, uma solução que o usuário possa visualizar e também compartilhar os dados quando assim desejar. Isso deve ocorrer através dos aplicativos de cada uma delas, mas ainda existem muitos detalhes a serem definidos nos próximos meses. Vale ressaltar que o Open Banking no Brasil funcionará sob regulação do Banco Central e participarão, de forma obrigatória, as instituições financeiras classificadas como S1 (instituições que possuem porte igual ou superior a 10% do PIB ou que tenham atividade internacional relevante) e S2 (instituições de porte entre 1% e 10% do PIB), que são os grandes bancos que você já conhece. As demais instituições, como por exemplo as cooperativas, têm adesão voluntária ao Open Banking. A exceção é a fase 3, que é obrigatória a todas. Todo envio e recebimento de informações dentro do Open Banking estará protegido pela Lei Complementar N° 105/2001, do Sigilo Bancário, e proíbe o compartilhamento de dados, assim como a venda de informações de clientes para terceiros (a menos que tenha autorização expressa do titular da informação). A estrutura do Open Banking também está sob a proteção da Lei Geral de Proteção de Dados, N° 13.709/2018), que entrou em vigor neste ano e abrange diversas áreas além da financeira, permitindo autonomia para o cliente em relação aos seus próprios dados.

6) O movimento é baseado em troca
Quando o cliente desejar compartilhar os dados da instituição atual para uma nova, isso permitirá que a instituição atual também tenha acesso aos dados da nova instituição. Na prática, sua instituição só poderá receber dados de outras instituições se também puder compartilhar com as demais. Assim fica mais justo para todas elas. Desta forma, todas as empresas que aderirem ao Open Banking terão o direito de receber dados de seus concorrentes e, em contrapartida, serão obrigadas a compartilhar os dados de suas respectivas bases quando os clientes permitirem. As instituições participantes estão sujeitas às fiscalizações por parte do Banco Central para garantir a segurança de todo o processo. Na prática, se alguma instituição não seguir as regras do Open Banking, ao operar nesse ambiente, podem ser aplicadas multas, proibição de determinadas atividades/operações, exclusão da empresa no Open Banking e outras punições, previstas na Circular BCB N° 3.857/17.

Sobre o Ailos
Constituído em 2002, Ailos é um Sistema de Cooperativas de Crédito e conta com mais de 1 milhão de cooperados, uma cooperativa central, 13 cooperativas singulares, mais de 200 postos de atendimento e mais de R$ 12 bilhões em ativos. Com atuação nos três estados do Sul do país, possui cerca de 4 mil colaboradores, contribuindo e promovendo o crescimento sustentável e desenvolvimento social das comunidades onde atua. As cooperativas singulares que compõem o Ailos são: Acentra, Acredicoop, Civia, Credcrea, Credelesc, Credicomin, Credifoz, Crevisc, Evolua, Transpocred, Únilos, Viacredi e Viacredi Alto Vale.

 

fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2021/05/open-banking-especialista-explica-seis-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-novo-movimento-do-banco-central/