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January 20, 2020

Você sabe a diferença entre uma cooperativa de crédito e um banco?

Qual é a importância e o diferencial de uma cooperativa?

Além de representar um sistema que estimula o desenvolvimento social e econômico de toda a comunidade, oferece linhas de crédito acessíveis a empreendedores e trabalhadores e ainda uma espécie de divisão de resultados entre todos os cooperados, um propósito diferente dos bancos tradicionais.

Para entender melhor como é o funcionamento desse tipo de instituição confira abaixo, com Vanildo Leoni, diretor executivo da Viacredi, cinco vantagens em se associar a uma cooperativa de crédito.

1. Retorno das sobras entre os cooperados

As cooperativas são instituições sem fins lucrativos, o que significa que todas as receitas obtidas são utilizadas para o pagamento dos custos relacionados a estrutura e funcionários. “O que sobra desse valor retorna para os cooperados no fim do ano, de acordo com as movimentações de cada um. Quanto mais serviços utilizados maior será essa participação. Na prática, todos são sócios da cooperativa. Na Viacredi, R$ 118 milhões retornarão aos cooperados, como resultado do ano de 2019”, explica Vanildo. Essa é uma maneira de fazer com que o dinheiro retorne e continue a ser investido na comunidade. Na empresa, além do retorno das sobras, os cooperados também participam de votações e de importantes questões referentes à cooperativa, como foi o caso da expansão para o Paraná.

2. Taxas especiais e linhas de crédito atrativas

As cooperativas conseguem oferecer para o público linhas de crédito com taxas de juros abaixo da média de mercado, que colaboram para a realização dos sonhos de cada cooperado e também para o desenvolvimento de micro e pequenos negócios, por exemplo. “Procuramos entender cada empreendedor para oferecer as melhores opções. É uma opção para pessoas que não conseguem taxas especiais e linhas de crédito em outras instituições financeiras”, afirma Vanildo. Cooperativas de crédito, como a Viacredi, oferecem diversas oportunidades de investimentos, previdência, cartões, seguros, consórcios, emissão de boletos, folha de pagamento, entre outros serviços, e seus cooperados não pagam taxa de manutenção de conta, por exemplo.

3. Educação financeira

As cooperativas buscam oferecer as melhores opções para seus associados e para isso também realizam investimentos em educação financeira, com cursos, palestras e treinamentos presenciais e à distância sobre o assunto. A Viacredi, através do PROGRID – Programa de Integração e Desenvolvimento de Cooperados e Comunidade – oferece cursos, palestras, teatros e encontros de negócios de maneira gratuita, além de uma plataforma online com cursos de inglês, Excel, ferramentas Adobe, gestão, ética, administração, inovação, entre outros assuntos de desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, também há um trabalho com as escolas para levar educação financeira a crianças e adolescentes, eventos culturais, além de outros programas sociais e educacionais.

4. Proximidade com a comunidade

O trabalho das cooperativas de crédito colabora de maneira especial para o desenvolvimento de comunidades e bairros específicos, uma vez que o dinheiro investido retorna à comunidade e sua economia local, seja por meio do investimento das sobras ou da realização de atividades educacionais, mas principalmente pelo estímulo à geração de negócios, empregos e renda. “A Viacredi oferece incentivo para que os empreendedores participem de feiras de negócios, apoia iniciativas de desenvolvimento e oferece aos cooperados as orientações de consultores de negócios. Essa é a chamada economia colaborativa, em que o cooperado, a cooperativa e toda a comunidade se ajudam e crescem juntos”, ressalta.

5. Atendimento personalizado

Pela proximidade com a comunidade, essas instituições financeiras oferecem um atendimento mais personalizado e próximo à população. O objetivo é especialmente entender as necessidades e quais os serviços e produtos mais adequados a cada pessoa. Além dos postos de atendimento presenciais, os cooperados da Viacredi também podem contar com canais digitais como o aplicativo, conta online, caixas eletrônicos e redes sociais.

 

fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2020/01/voce-sabe-a-diferenca-entre-uma-cooperativa-de-credito-e-um-banco-confira-cinco-vantagens-de-ser-um-cooperado-por-vanildo-leoni/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+CooperativasDeCreditoNoBrasilENoMundo+%28Portal+do+Cooperativismo+Financeiro%29

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January 14, 2020

Cooperativismo financeiro e desafios da nova década, por Ênio Meinen

A presença do cooperativismo financeiro em nosso país acaba de alcançar 117 anos (28/12/2019).

Como narra a história oficial, o movimento, dada até mesmo a ousadia da iniciativa e o seu grau de complexidade para a época, já iniciou com muita dificuldade no limiar do Século XX, mas não demorou a decolar entre nós. Depois de longo período de progresso, contudo, entre os anos de 1960 e meados de 1980 passou por grave adversidade, vinculada a problemas de gestão e desestímulo institucional. Mas, tal como no princípio, o setor soube buscar a superação e reinventar-se, logrando desenvolver-se ininterruptamente de lá para cá.

A nova década, por sua vez, inaugurada com os primeiros dias do ano em curso, torna mais visíveis e recomenda a pronta implementação de alguns desafios pré-existentes, bem como descortina outros decorrentes da revolução em andamento no mercado financeiro e entorno.

A inadiável racionalização da estrutura intrassistêmica, sobretudo por meio da consolidação do número de cooperativas de 1º e segundo níveis, reavaliação e verticalização de componentes organizacionais e revisitação do número de dirigentes, deve ser acompanhada de ações concretas de cooperação intersistêmica. Com isso, reduzir-se-ão desperdícios do lado das despesas de custeio e de investimento, influenciando positivamente a variável redutora da eficiência operacional.

A boa notícia é que essas providências dependem unicamente do próprio segmento.

Do lado das receitas (variável potencializadora da eficiência), o foco continua sendo a escala das operações e do público assistido, que, ademais, levam à mitigação dos riscos do relacionamento concentrado. As condições externas, todavia, mudaram, passando a contemplar um conjunto de novos ingredientes.

Com efeito, estamos diante de mudanças relevantes no modo de fazer e de operar, e teremos de buscar nossos objetivos convivendo com mais e mais entrantes (concorrentes) heterodoxos e competidores convencionais em transformação. Ao mesmo tempo, precisamos reeducar-nos em face do novo patamar de juros e spreads, que impõe drásticos impactos nos resultados decorrentes de operações de intermediação financeira, além de exigir ajustes no portfólio de investimentos para atender às exigências dos investidores (vide artigo “Sobre taxa de juros, eficiência operacional e competitividade”, em www.cooperativismodecredito.coop.br – 6/10/2019).

Como se não bastasse, serão intensificadas as chamadas plataformas multiprodutos e multi-instituições, também conhecidas como marketplaces (ou shopping centers virtuais), em cujos ambientes todos ofertarão produtos de todos.

Associado ao fenômeno da “plataformização”, emerge também o open banking, que é de longe a mais transformadora de todas as inovações. Com a transparência absoluta dos modelos operacionais, o usuário (cliente ou cooperado), agora dono efetivo dos seus dados, poderá eleger com segurança as melhores soluções do mercado, estimulando verdadeiramente a competitividade entre os vários provedores de produtos e serviços financeiros (bancos, cooperativas, fintechs e outros).

Todas essas iniciativas, ao lado de muitas outras, notadamente concernentes ao processo de evolução tecnológica (a exemplo da implementação do disruptivo ecossistema de pagamentos instantâneos, prevista para novembro de 2020), contam com amplo incentivo do Banco Central do Brasil, ancoradas que estão na Agenda BC#, cujo núcleo aponta para a democratização financeira no Brasil.

Eis, portanto, alguns dos desafios cuja companhia nos será inevitável doravante. Com o aprendizado de outrora, e sem descuidar do que nos torna exclusivos, saberemos ser resilientes acompanhando a marcha do tempo.

 

Fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2020/01/cooperativismo-financeiro-e-desafios-da-nova-decada-por-enio-meinen/

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December 16, 2019

Copom reduz taxa básica de juros de 5% para 4,5% ao ano

Com decisão, Selic chega ao menor percentual desde 1999, quando começou o regime de metas para a inflação. Redução já era esperada por analistas do mercado financeiro.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (11) reduzir a taxa básica de juros de 5% para 4,5% ao ano. A redução já era esperada pelos analistas do mercado financeiro.

Com a decisão, a Selic atingiu o menor percentual desde a adoção do regime de metas para a inflação, em 1999. O atual ciclo de redução dos juros começou em julho deste ano.

Fonte: BC

Em comunicado, o Copom não sinalizou a possibilidade de um novo corte, sugerindo o fim do atual ciclo de redução dos juros, iniciado em julho deste ano.

“O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária. O Comitê enfatiza que seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, diz o comunicado divulgado após a reunião.

 

fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2019/12/copom-reduz-taxa-basica-de-juros-de-5-para-45-ao-ano/

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February 12, 2019

Juros do cheque especial passam a ser limitados a 8% ao mês

Novas regras entram em vigor a partir de 6 de janeiro de 2020.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução nesta quarta-feira, 27, que muda o desenho do cheque especial, estabelecendo que a taxa de juros do produto não poderá superar 8% ao mês — cerca de 150% ao ano. Isso é menos da metade dos juros anuais cobrados em média atualmente.

Em compensação, a resolução também permitirá que as instituições financeiras cobrem tarifa pela disponibilização de limite de cheque especial, sendo vedada a cobrança para limites de crédito de até 500 reais, informou nota divulgada pelo Banco Central. O presidente do Conselho é Paulo Guedes, ministro da Economia — o órgão é composto pelo Ministro da Economia, pelo Secretário Especial de Fazenda e pelo presidente do Banco Central.

Para limites superiores a esse montante, poderá ser cobrada tarifa mensal de até 0,25% sobre o valor do limite que exceder 500 reais. De acordo com o BC, a tarifa deverá ser descontada do valor devido a título de juros de cheque especial no respectivo mês. O BC defendeu que a medida irá tornar o cheque especial menos regressivo e mais eficiente.

 

FONTE: https://cooperativismodecredito.coop.br/2019/11/juros-do-cheque-especial-passam-a-ser-limitados-a-8-ao-mes/

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